Clipping Imprensa – Reajuste do Simples só em 2018 não atende setor

Clipping Imprensa – Reajuste do Simples só em 2018 não atende setor

Florianópolis, 27.6.16 – A decisão do Senado de reajustar a tabela do Supersimples apenas em 2018 não atende o setor de micro e pequenas empresas e vai inibir a retomada do crescimento econômico. Isso porque milhares de empresas não poderão crescer para se manter dentro da lei que limita receita anual do microempreendedor em R$ 60 mil, das microempresas em R$ 240 mil e das pequenas empresas em R$ 3,6 milhões. É que essa tabela não é reajustada desde 2011 e tem uma defasagem da inflação de 33,68%, o que não pode ser absorvido. Só no ano passado, a inflação oficial subiu 10,7%.
Há uma pressão da Receita Federal e das secretarias de Fazenda dos Estados para não reajustar alegando que haverá perda de receita tributária. Mas empresas privadas não podem suportar tanto tempo de congelamento de tabela enquanto todos seus custos crescem de acordo com a inflação. Quando o Senado aprovou o projeto da mudança do Supersimples em meados da semana passada muitas entidades festejaram, mas só depois alguns líderes do setor perceberam que a entrada em vigor é para 2018, e não 2107 como esperavam.
O conselheiro e ex-presidente da Associação de Joinville e Região da Micro e Pequena Empresa (Ajorpeme), Tirone Meier, iniciou uma mobilização no final de semana. Segundo ele, milhares de pequenas empresas precisam continuar trabalhando. Nas cidades menores, essas empresas são únicas a fornecer determinados produtos atendendo suas regiões.
O projeto terá que voltar para a Câmara para ser aprovado. Nessa fase, os empresários esperam conseguir alterar o ano de vigor da mudança e outras alterações como o limite de enquadramento. Para pequenas empresas, o novo limite esperado era superior a R$ 7 milhões, mas ficou em R$ 4,8 milhões. Fonte: Coluna Estela Benetti – Diário catarinense 27.6.16.


Devagar


Crítica quando é crítica, elogio quando é elogio. A paralisação das obras de duplicação da BR-470, no trecho entre Navegantes e Indaial, tem sido alvo de constante reclamação da coluna. Pois agora o serviço está andando. Devagar, muito devagar, quase parando, mas está andando. Fonte: Coluna Cacau Menezes – Diário catarinense 27.6.16.


Risco na estrada


A falta de sinalização das obras da Rodovia Antônio Heil, que liga Itajaí a Brusque, tem preocupado os motoristas. O risco para quem passa por ali e a quem trabalha na duplicação é potencializado em dias de chuva e à noite, porque falta iluminação na estrada. O vereador Thiago Morastoni (PMDB) apresentou um requerimento ao Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) pedindo atenção para o caso. Fonte: Coluna Dagmara Spautz – Diário Catarinense 27.6.16.


Imprudência


É certo que a tão sonhada duplicação da BR-470 diminuiria sensivelmente o número de acidentes e, por consequência, de mortos e feridos na estrada federal. Aconteceu na BR-101 e em tantas outras estradas que ganharam mais espaço para que trânsito flua com mais segurança. Enquanto a duplicação não for concluída – e deve demorar mais alguns anos – é importante, de uma vez por todas, que o motorista faça a sua parte, deixando de colocar em perigo a si mesmo e as demais pessoas que usam a estrada. A maior causa de mortes na rodovia que cruza o Vale do Itajaí é a ultrapassagem forçada ou em local proibido. No impulso de tentar ganhar alguns minutos na viagem, perde-se a vida inteira.
Se não somos capazes de sermos prudentes, que o poder público aumente a fiscalização, tímida demais diante das atrocidades que vemos diariamente na nossa aorta viária. Fonte: Coluna Pancho – Diário Catarinense 27.6.16.


Braço forte


O comandante do 1º Batalhão Ferroviário de Lages, tenente-coronel de engenharia Luiz Carlos Tomaz Silva, disse que está à disposição para realizar as obras emergenciais da estrada do Morro da Igreja em Urubici. Basta um sinal verde de Brasília. A informação foi dada à deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC). Um estudo sobre as péssimas condições da rodovia foi elaborado pela Aeronáutica, que tem base no local. Fonte: Coluna Rafael Martini – Diário Catarinense 27.6.16


Acij: prioridades


Advogado João Martinelli transmite hoje a presidência da Associação Empresarial de Joinville (Acij) ao empresário Moacir Thomazzi. O ato está marcado para as 19h30min e terá a presença de autoridades estaduais e lideranças políticas. Atualmente um dos vice-presidentes, Thomazzi vai exercer o segundo mandato. Entre as prioridades: melhoria da segurança pública, da infraestrutura da cidade e o novo Hospital Regional de Joinville. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 27.6.16


Multas


Fiscais da Delegacia do Ministério do Trabalho em Santa Catarina estão multando construtores tradicionais da Grande Florianópolis a torto e a direito. Os empresários mostram procedimentos que consideram legais, apelam para os fiscais, mas eles desconsideram qualquer justificativa. Dizem que, além de arrogantes, são autoritários. É a contribuição que dão ao setor produtivo em tempos de crise. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 27.6.16


Curtas


Escritório Marcondes Brincas Advogados, de Florianópolis, teve confirmada Certificação ISO 90011 depois de nova auditoria. É um dos poucos de Santa Catarina com este título há 10 anos. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 27.6.16.


Presidente do Badesc,
José Caramori, autoriza amanhã, no Teatro do CIC, liberação de R$ 60 milhões em financiamentos de para prefeituras de SC. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 27.6.16


Entrevista:Carlos Melo, cientista político do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper)


O sistema político está em colapso

Qual a saída para esta crise?

Acredito que a sociedade precisa se conscientizar de que a crise é muito séria e estrutural. O governo anterior cometeu graves equívocos e pagou por isso. Mas não é o único responsável pela situação que vivemos hoje. O sistema político está em colapso. Ele precisa ser reestruturado.


Por quem?

Não pode ser pelos atores que estão aí. Precisa haver mobilização social e muita discussão para debater uma proposta séria visando uma grande revisão da Constituição para o capítulo da política. Não é uma reforma eleitoral, mas uma reforma de todo o sistema político e dos instrumentos políticos de poder: cargos, emendas, mandatos. Elas é que formam este “toma lá, dá cá.” Ninguém discute mais projetos no Brasil no campo da política. Só se fala de cargos. É preciso cortar este vínculo como fisiologismo.


É possível a volta da presidente afastada Dilma Rousseff ?

Creio que não. Não vejo hipótese. O Senado não dá sinais disso. E a sociedade não vê como ajustar o Brasil com a volta da presidente. Tampouco vejo que o presidente interino esteja consolidado. Ainda vivemos uma crise. Ele cometeu erros com pessoas comprometidas com o esquema anterior. O governo dá um passo a frente e dois atrás. Não pode só ceder para um sistema em colapso.


E quais as previsões para o segundo semestre?

Vai se dividir entre antes e depois das eleições municipais. Temos uma agenda complicada com recesso, Olimpíada e as eleições. Os congressistas terão muito receio de tomar medidas impopulares com as eleições municipais. Temas como reforma da previdência, reforma trabalhista são impopulares, mas vitais para o futuro. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 27.6.16 .


Criação de área indígena no Oeste é anulada


O Tribunal Regional Federal sediado em Porto Alegre manteve a anulação de uma área indígena de 2,7 mil hectares em Saudades e Cunha Porã.
Em 2000, famílias guarani entraram numa propriedade reivindicando a criação de uma nova aldeia. Os agricultores conseguiram a reintegração de posse e, em 2007, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, publicou portaria reconhecendo a área como indígena, baseado em estudos antropológicos.
As 131 famílias de agricultores que moram no local entraram com uma ação pedindo a anulação da portaria, argumentando que não havia índios na promulgação da Constituição de 1988. O último registro havia sido em 1962, onde constava a presença de alguns indígenas, mas sem uma aldeia constituída na região.
A portaria foi anulada na Justiça Federal de Chapecó. O Ministério Público Federal e a Funai recorreram ao TRF e obtiveram a revogação da anulação. A Procuradoria Geral do Estado, então, ingressou com nova ação e conseguiu a anulação. Fonte: Coluna Darci Debona – Diário Catarinense 27.6.16.


Homenagem cooperativista


Três lideranças cooperativas da Aurora Alimentos, o presidente Mário Lanznaster, o vice Neivor Canton e o diretor de agropecuária, Marcos Zordan, serão homenageados no 9º Encontro Catarinense da Imprensa. O evento será dia 6 de agosto, às 11h, na sede campestre da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Fonte: Coluna Darci Debona – Diário Catarinense 27.6.16..


Zona de Conforto, Por Betina Giehl Zanetti Ramos*


A zona do conforto é definida como uma série de ações, comportamentos e atitudes que a pessoa está acostumada a ter e que não lhe causam medo, ansiedade ou desconforto. Embora inspire tranquilidade, a zona de conforto é apontada como uma das principais causas limitantes do crescimento pessoal e empresarial.
Certamente, todos aqueles que deixam o conforto do seu lar e o convívio dos amigos e familiares em busca de formação ou de novas experiências em outro país, por exemplo, enfrentam desafios e adversidades que os conduzem ao amadurecimento pessoal de forma muito mais acelerada.
O mesmo acontece com as empresas, uma vez que seus crescimentos dependem das ações de seus dirigentes. De forma geral, empresas familiares são vistas com menor potencial de crescimento por se entender que, ao atingirem um porte ou faturamento que satisfaça as necessidades de seus proprietários, os mesmos entram em uma zona de conforto, estagnando a evolução da empresa. Desempenho baseado em metas é um exemplo de gestão que força constantemente a saída da zona de conforto. Levar inovação a mercado também não é confortável, dá trabalho, mas impulsiona para a diferenciação, aumento de competitividade e crescimento.
Independentemente do tipo de empresa, o que determina é o perfil do empreendedor e o tipo de gestão adotada. Pessoas que em sua trajetória de vida demonstram facilidade para encarar o novo, mantendo o positivismo em suas ações, e se sentem incomodadas com a falta de desafios a ponto de forçarem as mudanças, certamente possuem maior chance de alcançarem o sucesso.

*Doutora em Química na Universidade de Bordeaux, na França, e diretora da Nanovetores. Diário Catarinense 27.6.16.


Prevenção


Caldo de galinha e precaução nunca fazem mal. Agora a Secretaria de Estado da Defesa Civil deverá apresentar uma manifestação detalhada ao Tribunal de Contas de SC sobre a existência de plano de contingência para o enfrentamento de um possível colapso na estrutura da ponte Hercílio Luz. Fonte: Coluna Rafael Martini – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Viagem mais salgada


As passagens de ônibus intermunicipais ficam mais caras em Santa Catarina a partir deste domingo. O índice de reajuste médio aprovado pelo Departamento de Transportes e Terminais (Deter) é de 9,32% e vale tanto para linhas urbanas quanto rodoviárias. E como tudo sempre pode piorar, as viagens interestaduais também terão reajuste de 9,04% a partir de 1o de julho. Fonte: Coluna Rafael Martini – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Burocracia trava avanço de PPPs


Embora a lei que regulamenta as parcerias público-privadas (PPPs) exista há 12 anos, Santa Catarina nunca firmou contrato neste formato. No fim do ano passado, a prefeitura de Florianópolis enviou à Assembleia Legislativa de SC (Alesc) dois projetos de lei que propõem novas regras para avançar nas parcerias entre empresas e poder público em todo o Estado, mas as duas propostas estão paradas aguardando o parecer de comissões.
Criadas para que governo, prefeituras, União e a iniciativa privada dividam riscos e responsabilidades em obras de serviços públicos, as PPPs são consideradas uma alternativa mais rápida para iniciativas como a construção do sistema de ônibus rápidos (BRTs) da Grande Florianópolis (veja ao lado).
O primeiro projeto de lei, que institui o novo marco regulatório das parcerias no Estado, não registra movimentação desde dezembro de 2015, quando foi entregue ao relator, deputado Marcos Vieira (PSDB). O documento deveria ter sido votado em fevereiro – pois está em regime de urgência –, mas chegou até a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e não foi analisado, nem mesmo despachado para as próximas comissões que validariam a redação para votação em plenário.
A segunda proposta, que se aprovada cria um fundo garantidor das parcerias em SC, uma espécie de seguro para empresas privadas que firmarão os contratos com os governos, tramitava normalmente até o começo deste mês, quando chegou à Comissão de Finanças e Tributação, presidida também por Vieira, e, desde então, está parada, apesar do regime de urgência.
– Na verdade, eles não estão parados. O fundo garantidor está na fase de diligenciamento ao governo do Estado para explicar uma série de situações que estão no projeto. O outro, que é o que institui o marco regulatório, eu estou analisando para ver se realmente, da forma como está, é bom ou não para o Estado – justificou o deputado.
Em contrapartida, o autor do projeto e superintendente de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis, Cássio Taniguchi, afirma que todas as dúvidas sobre a redação dos documentos já foram esclarecidas, e o projeto de lei foi devolvido para a comissão.
– Isso deveria ter ido a plenário na semana passada, mas só agora o deputado encaminhou uma diligência. Não sei qual é o interesse dele nesse projeto. Todas as dúvidas foram respondidas – afirmou Taniguchi, que também responde interinamente pela Secretaria de Planejamento.

Pesquisa mostra que cidades não planejam – Responsável pela contratação de pesquisa que traça o perfil de 57 municípios do Estado, divulgada no ano passado, a Federação das Indústrias de SC (Fiesc) é a favor das parceiras. O estudo, feito pela consultoria KPMG, mostrou que grande parte das prefeituras não planejam o futuro das cidades. Motivo pelo qual, na avaliação do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, as PPPs não se tornaram realidade em SC.
– Quem quer investir em infraestrutura tem que ter um planejamento – sugere Côrte.


Origem de recursos é questionada –
Se aprovado, o projeto de lei que institui novas diretrizes para firmar as PPPs em Santa Catarina anula o texto sancionado em 2004. Além disso, as leis promovem outras mudanças significativas, como o repasse da responsabilidade de estruturar as PPPs para a Secretaria de Planejamento, papel que hoje deveria ser desempenhado pela SC Participações e Parcerias, a SC Par, antiga SC Parcerias. A dificuldade em celebrar contratos foi o eixo motivador para que a estatal mudasse a linha de atuação.
– As PPPs são serviços necessários, mas que não se pagam sozinhos, independentes de serem licitados, precisam de uma contrapartida. Como são estruturadas em anos, de 30 a 35 anos, por exemplo, essas parcerias ultrapassam contratos governamentais, então, para garantir o subsídio público, o Estado fornece garantias às empresas privadas, de que elas ainda terão ajuda. Como empresa, a SC Par não pode buscar essa garantia do Tesouro. Por isso que está se adequando para passar a administração – esclarece o coordenador técnico da SC Par, Maurício Euclides de Melo.
Essa passagem de bastão, que respinga na criação do fundo garantidor, é questionada pelo relator Marcos Vieira.
– Se já não tem dinheiro para investimentos, como é que vai destinar recurso para garantir obras da PPP? Se tiver problema na execução da obra, o Estado é quem vai garantir tudo e a iniciativa privada não garante nada. Isso é nocivo – argumenta Vieira.
O secretário interino de Planejamento, Cássio Taniguchi, discorda:
– A contrapartida virá de onde tiver recurso proveniente ou de ações de empresas e de outros fundos que têm recurso. Não tem problema nenhum.


Como funcionam as parcerias –O formato prevê que poder público e empresas privadas dividam riscos e responsabilidades em obras de serviços públicos. A empresa investe recursos privados para fazer a manutenção do sistema de iluminação pública, por exemplo, e depois recebe as taxas pagas por contribuintes por um período. Em Florianópolis, há um projeto de PPP para o Bus Rapid Transit (BRT), conceito que une faixas exclusivas e circulação de ônibus com mais qualidade e menor custo. Estimava-se que as obras começariam em julho.


Os novos projetos em SC


Projeto de lei 0541.3/2015 –Pretende instituir o marco regulatório dos programas de PPP em SC. Quer atualizar a legislação estadual, datada de 2004, para evitar questionamentos jurídicos com as parcerias. Se aprovada, suspende o texto da antiga lei e passa a responsabilidade de estruturação das parcerias da SC Par para a Secretaria de Planejamento.
Status: parado na CCJ desde 8 de dezembro de 2015.

Projeto de lei 0574.1/2015 –Pretende instituir o Fundo Garantidor das PPPs em SC, garantindo segurança financeira ao empreendedor.
Status: em diligência desde o dia 7 de junho. Tramita na Comissão de Finanças e Tributação.Fonte: Larissa Neumann – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Impunidade


Motorista Geovani dos Santos Machado, que dirigia um gol de Navegantes na BR-470 e atravessou o canteiro, atingiu de frente um Peugeot de Indaial, matando o casal Everton Kreutzfeld,28 anos e Adriane Cuttoni, 24 anos, e ferindo o filho Lucas, 2 anos, foi preso em flagrante. Segundo a Polícia Rodoviária Federal e os Bombeiros o motorista estava embriagado, agressivo, arrogante, exaltado. O ministério público pediu a prisão preventiva, mas a juíza concedeu liberdade. Sem pagamento de fiança. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Morticínio


São impactantes as estatísticas sobre acidentes nas rodovias federais de Santa Catarina. Segundo o superintendente Fabricio Colombo, entre 2009 e 2016 foram registradas 137.937 ocorrências. Provocaram 65.097 feridos leves, 18.073 feridos graves (mutilados) e 4.250 mortos. Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Embriaguês


Somente no período compreendido entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2016, a Polícia Rodoviária Federal fiscalizou 126.013 motoristas. Realizou 31.286 testes de bafômetro, lavrou 54.927 autos de infrações diversos, apreendeu 7.894 veículos e flagrou 118.770 motoristas em excesso de velocidade.
Pior: 1.514 motoristas dirigiam alcoolizados. Criminosos! Fonte: Coluna Moacir Pereira – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Retomada em 2017, Por Graciella Martignago*


A maioria dos analistas trabalha com a hipótese de que a mudança de governo melhora o ambiente, o que aparecerá de forma mais clara a partir do segundo semestre. A ociosidade e uma base frágil de indicadores apontam que, possivelmente, teremos uma retomada moderada de crescimento em 2017.

Os sinais de que a atividade está parando de esfriar foram dados pelo Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, o que gerou uma revisão das projeções para os resultados de 2016. A mediana das estimativas do mercado, de acordo com o Boletim Focus do Banco Central, para o desempenho do PIB em 2016, foi revisto na última segunda-feira. De queda de 3,6%, para baixa de 3,44%. Há um mês, a expectativa era de retração de 3,83%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-r) de abril também apresentou sinal de reação ao ficar positivo (0,03% em relação ao mês anterior), depois de 15 meses de retração.

A pesquisa de vendas do comércio varejista brasileiro, realizada pelo IBGE, mostrou uma reversão de sinal na passagem de março para abril de -0,9% para 0,5%, descontada a sazonalidade.

Foco de atenção têm sido as estimativas para a inflação. O controle da inflação é pressuposto para a redução de juros. Neste sentido, a divulgação do IPCA-15, na terça-feira, ao mostrar desaceleração do índice em junho (menor taxa para o mês desde 2013), foi uma boa notícia.

As pesquisas que buscam captar as expectativas dos empresários em relação ao futuro também tem mostrado uma redução do pessimismo. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, divulgada nem 17 de junho, mostrou que os empresários acreditam que haverá crescimento da demanda e das exportações nos próximos meses. A confiança e expectativas dos industriais catarinenses na economia também dão sinais de melhora. No Estado, os empresários continuaram sinalizando baixa confiança em maio, porém, com certa melhora em relação à pesquisa anterior.

É claro que ainda temos uma série de fontes de incertezas, como as relacionadas à política fiscal, às questões políticas e eventos internacionais, mas é inegável que um novo cenário começa a ser desenhado.

*Consultora econômica da Fiesc e professora da Unisul. Fonte: Diário Catarinense 25/26.6.16.


Efeitos da decisão britânica para SC


O surpreendente resultado do referendo pela saída da Grã-Bretanha da União Europeia piorou o cenário econômico para a recuperação do Brasil e, por consequência, também para a economia catarinense. Isto porque os países europeus, todos com economias em crescimento, terão mais dificuldades e, assim, tenderão a importar menos, inclusive do Estado. A balança comercial entre SC e o Reino Unido Inglaterra, Irlanda do Norte, País de Gales e Escócia não está entre as mais importantes. De janeiro a maio, as exportações alcançaram US$ 112 milhões e as importações, US$ 39,8 milhões. Os itens mais exportados são carnes e blocos de motores; e os mais importados, toxina para saúde (botox), uísques e carros de luxo.

Um efeito positivo dessa decisão pode ser a facilitação de uma mudança no Mercosul que permita ao Brasil negociação de acordos comerciais independentes. Essa posição foi defendida pela presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maria Teresa Bustamente; pelo consultor de negócios internacionais e ex-diretor da Fiesc, Henry Quaresma, e por mim no Fórum CBN de sexta-feira, que teve como âncora o jornalista Paulo Branchi. Maria Teresa disse que este assunto poderá ser tratado na Cúpula do Mercosul nos próximos dias. Fonte: Coluna Estela Benetti – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Estado perde 4.815 vagas em maio


Apesar de alguns indicadores mostrarem que a recessão parou de piorar, Santa Catarina registrou no mês passado, maio, o maior saldo de fechamento de postos de trabalho do ano, -4.815. O número é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. Do total no Estado, o comércio fechou 1.638 vagas; os serviços, 1.336; a agropecuária, 1.123; a indústria, 408; e a construção civil, 680. Pela segunda vez consecutiva, Florianópolis liderou o resultado negativo no emprego, com -1.175 vagas. O maior saldo positivo foi em Brusque, mais 168.

No Brasil, o resultado do mês passado foi negativo com -72.615 vagas. Conforme o Caged, este foi o 14º mês consecutivo de queda desse indicador de desemprego, que é o pior dado de uma crise econômica. Fonte: Coluna Estela Benetti – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Pressão por centro de inovação


Preocupados com o atraso no início das obras do Centro de Inovação de Criciúma, lideranças do município cobram do governo estadual verba de R$ 100 mil para fazer a sondagem do terreno – porque a área escolhida era de mineração – e para o plano de gerenciamento de resíduos sólidos da obra. Só depois será possível licitar o novo centro, explica o presidente do Conselho de Desenvolvimento de Criciúma, Mario Gaidzinski. Ele nega atraso burocrático por parte do município. Foi inaugurado sexta, em Lages, o primeiro dos 13 centros regionais de inovação, projeto do governo de SC. Fonte: Coluna Estela Benetti – Diário Catarinense 25/26.6.16.


Aeroporto


Secretário de Infraestrutura do Estado, João Carlos Ecker, vai a Brasília no dia 5 de julho para uma audiência no Ministério dos Transportes. Em pauta os investimentos em aeroportos do Estado. O Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, é uma das prioridades. Outro projeto é o novo terminal, com capacidade para 500 pessoas/hora, com previsão de R$ 40 milhões somente na primeira etapa. Também há demanda por equipamento ILS, que permite pouso por instrumentos.

Na quarta e quinta-feira, seis voos foram cancelados e 700 pessoas deixaram de embarcar por causa do nevoeiro. No ano passado foram 74 cancelamentos, sendo 36 por nevoeiro e 25 por vento. A prefeitura informou que o índice de cancelamentos é de 0,3%, abaixo do recomendado pela Anac, que é de 3%. Fonte: Coluna Darci Debona – Diário Catarinense 25/26.6.16.

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